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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

DELTA DO PARNAÍBA E JIJOCA

 Boa noite!

    Hoje pela manhã apanhamos um barco no Porto do Tatu e fizemos o tão sonhado passeio pelo Delta do Parnaíba. Depois fizemos a viagem até Jijoca de Jejicoacoara. 

    Fácil concordar com a afirmação de que o Piauí tem o menor litoral do Brasil, mas em compensação talvez o mais bonito. É lindo mesmo. Não é, definitivamente, somente o Delta, mas toda a extensão de seus cerca de 60 Km de praias. 

    Estamos agora no Ceará e amanhã faremos passeios de Bug por aqui. Estamos contando com um bom dia de atividades.

    Por enquanto, fique com algumas fotos. 

    Abraços.

Foto Davi











quinta-feira, 9 de setembro de 2021

DEPOIS DE ALGUNS DIAS...

 Boa tarde.

    Depois de um longo silêncio, passo para fazer uma síntese dos acontecimentos desde Imperatriz. Na noite que passamos lá, decidimos e abandonar definitivamente a ida a Belém. Já estávamos impressionados com a movimentação em Goiás e Tocantins e recebemos incentivos de diversas fontes a não viajar entre os dias 06 e 08 de setembro. Seguimos as recomendações!

    A opção foi seguirmos no próprio domingo para São Luís. E foi muito acertada a decisão. Claudio Guimarães nos indicou uma pousada que fica cerca de duas quadras da sua casa. Com isso, o café da manhã ficou garantido e sob o comando da Andrea. Como sempre, a atenção de Claudio e Andrea são especiais e reforça a vontade de nunca mais sair de São Luis. 

    Desta vez também de encontrar e conhecer pessoalmente algumas alunas e alguns alunos de duas turma diferentes com quem debati temas de Direitos Fundamentais na UFMA. Não foi possível encontrar a todos, até por conta de evitar aglomerações e pelo curto tempo que permaneci na cidade. Foi um prazer encontrar presencialmente Garbrielle, Lidiane, Marco Adriano, Márcio e também Marcelo e Karla. Aos demais, peço desculpas, mas fica adiado o encontro para a próxima viagem.

    Foram dias de rememorações para mim e para o Davi tempo para conhecer a cidade que anviersariou no dia de ontem. Tivemos, na última noite, um tour temático pelo centro histórico, embalados pela música de Zeca Baleiro. Melhor que isso...

    Ainda um pouco apreensivos com os movimentos dos últimos dias no Brasil, viajamos ontem para Tutoia, ainda no Maranhão, passando por Barreirinhas e pelos pequenos lençóis maranhenses. 

    Hoje estamos em Parnaíba. Agora junta-se ao grupo o caríssimo amigo Verô, que nos acompanhará (pelo menos) até Fortaleza.

    Teria muito para contar, mas vou diminuir as informações porque o ritmo tem sido intenso. Vamos fazer um passeio em breve.

    Talvez mais tarde eu publique algumas fotos. 

    Abraços.


sábado, 4 de setembro de 2021

DE CAROLINA A IMPERATRIZ

Boa tarde,

    Hoje andamos pouco. Apenas cerca de 230 Km e chegamos relativamente cedo em Imperatriz. Nem por isso o passeio foi menos interessante. O dia estava praticamente livre e deu para parar com calma em diversos pontos para apreciar as maravilhosas mesas da Chapada. Deixamos para trás o café da pousada, porque hoje pela manhã chegou um ônibus lotado e um caminhão trazendo bicicletas para todos, e exatamente na hora em que havíamos marcado para nosso desjejum o lugar estava lotado. Ainda que fosse ao ar livre, o lugar de servir ficou mesmo "muvucado". Nos servimos da lanchonete de um posto e ficou tudo certo.

    A temperatura da viagem já começou alta, mas a brisa dava uma sensação de agradáveis 23 graus. O problema ficou sério na chegada em Imperatriz, porque os 36 graus pareceram acima de 40. Durou pouco, porque logo chegamos ao hotel e um banho colocou tudo no lugar.

    O que tem impressionado e deixado a paisagem ainda mais linda é o verde que o cerrado e o sertão mostram neste momento em que já caíram as primeiras chuvas da estação, que no Maranhão e no Piauí eles chamam de chuva do caju e em Tocantins e Goiás de chuva do pequi. Mais uma ajuda da sorte.

    Algumas fotos para não passar em branco mais uma vez.

Foto: Davi

Foto: Davi

Foto Davi

Foto: Davi





sexta-feira, 3 de setembro de 2021

DE ALTO PARAÍSO DE GOIAS PARA PALMAS.

Boa noite.

    Saímos de Alto Paraíso antes mesmo de o café ser oferecido na pousada. O dia seria de uma tocada longa e ainda queríamos aproveitar um pouco Palmas, já que havíamos recebido a informação de que o Jalapão estaria lotado e sem qualquer possibilidade de visitar (bem) neste momento e desistimos da passagem por lá. 

    Tomamos o café da manhã em uma padaria muito simples na cidade de Teresina de Goiás. Estava supreendentemente bom.  Seguimos na direção de Monte Alegre de Goiás, Campos Belos, onde deixamos Goiás. Entramos no Estado do Tocantins pelo município de Arraias, após fomos até Natividade, Porto Nacional e finalmente Palmas. A estrada até Natividades estava maravilhosa, convidando por vezes para colocar um certo giro mais expressivo no motor (se é que me faço entender), mas essa parte um dia o Davi contará melhor.

    Neste trecho o calor já se fez mais saliente.. Chegamos aos 36 graus em algum momento. 

    Chegamos direto ao Hotel Araguaia, que faço sempre questão de referir e recomendar. Ao chegar já encontrei a minha prima Thais Jacques Possap, uma das proprietárias do estabelecimento que, como da outra vez, nos recebeu super bem e já agitou para que eu encontrasse a prima Tanira e sua filha Debora, quem não encontrei vez anterior. Fomos ao excelente Mercatto acompanhados, ainda, de Vivi, Ana Paula e Maria Clara. Foi uma noite maravilhosa. A vontade de ficar foi imensa. Ocorre que toda a prudência nos impulsionou a continuar e, inclusive, alterar o projeto, e pular a etapa de Belém. Vamos agora direto a São Luís porque há uma imprevisibilidade é muito grande a as notícias que ouvimos em Palmas forma determinantes para as opções. 

    Hoje o destino foi Carolina, no meio da Chapada das Mesas. Talvez o lugar das cachoeiras mais bonitas do Brasil. Mas só a visão das mesas (formações geológicas, já justifica este lugar para uma parada estratégica.

    Amanhã o itinerário é bem curto e devemos vencê-lo facilmente. Vamos até Imperatriz.

    Agora estou caindo no teclado e vou deixar para continuar amanhã. Talvez até venham fotos.

    Boa noite.

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

SEXTO DIA

Foto: Davi
Foto: Davi

Foto: Davi







Video: Davi

Hoje as imagens vieram antes, porque o blog entra em nova fase e nova dimensão: agora com video. 

    Como havia mencionado, ontem fomos para Pirenópolis, sem marcar alojamento, já que estávamos cientes de que era expressiva a oferta para a época. O itinerário foi curto de cumprimos com bom ritmo e em curto espaço de tempo.
    
    Paramos na frente da igreja matriz para decidirmos como faríamos a busca de local para ficar. Enquanto eu tirava algumas fotos, o Davi, que também já tinha feito registro suficiente, resolveu buscar informações na pousada que estava exatamente atrás de nossas motos. Voltou com a reserva feita e nem precisamos deslocar os veículos para descarregar.

    Livres dos pesos das malas e das roupas de viagem, fomos de moto até o conjunto de cachoeiras chamado Bonsucesso. Cinco ou seis quedas d'água sendo que três possuíam local para banho. Nos refrescamos na primeira, obedecida a ordem das quedas, Um banho relaxante e recuperador. A água não estava fria.

    Depois, voltamos ao hotel, guardamos as motos e fomos caminhar pelas ruelas recheadas de história e de coisas belas. Um bom sorvete, um chopp local, um festival de cachaças e conversa solta. Estávamos na atmosfera de Pirenópolis. 

    Hoje saímos cedo, passamos em Brasília e viemos direto para Chapada dos Veadeiros. Bem mais difícil conseguir pousada. Não pelo dia de hoje propriamente, mas porque amanhã começam a chegar os turistas que terão feriado prolongado. As pousadas estão com reservas bloqueadas. Cheguei a pensar, a certo ponto, que não conseguiríamos, mas no final encontramos um lugar bem tranquilo, salvo o perrengue de passar por um banco de areia até chegar no portão, que está sempre fechado. "Dançar" por um certo trecho e ainda para  abrir o portão, em instável equilíbrio, é divertido, mas só depois que conseguimos cumprir a manobra com êxito. 

    Um passeio pela Vila de São Jorge e depois um jantar em Alto Paraíso de Goiás, com um chopp local digno de nota, deixaram a certeza de que foi mais um excelente dia de viagem.

    Confesso que estava preocupado com as altas temperaturas que encontraria. No entanto, até agora a maioria do tempo tem sido muito confortável.

    Amanhã seguiremos para Palmas.

    Boa noite e abraços.

terça-feira, 31 de agosto de 2021

QUINTO DIA

 Bom dia!

    Depois de um texto tão longo, necessário mesmo um longo período de silêncio, ainda que ele tenha sido determinado por desídia em um dos dias e horário no outro.

    A viagem entre a Indaiatuba e São Roque de Minas somente contou com o destaque para as estradas de São Paulo, seja pelo complexo sistema viário que funciona de forma excepcional, como pela qualidade da pista e, adicionalmente para quem viaja de moto, pedágio free. Logo, grande parte do trajeto foi mesmo muito divertido e com pouco trabalho. Um pilotagem divertida. 

    O GPS encontrou um atalho por uma estrada que eu nunca havia feito antes. As outras vezes que foi à Serra da Canastra fui direto para a MG 050 até próximo de São Sebastião do Paraíso e tomava a via em direção a Passos. Agora, seguindo o trajeto sugerido (sem programação no basecamp), depois do ponto referido, viajamos na direção de Guarenésia e Guaxupé, até as proximidades de Muzambinho, quando tomamos à direita e passamos por Alpinópolis, entrando na  MG 050 muito próximo do complexo de furnas. Com bastante tempo para chegar em São Roque de Minas, passeamos pelo interior da hidroelétrica e depois contornamos, pela estrada principal, lentamente, o lago de alimentação da usina. Uma sensação bem divida: a paisagem é maravilhosa e agora os paredões estão mais exuberantes, mas uma tristeza ver o baixo volume de água, confirmando tudo que vem sendo dito na imprensa sobre o colapso que se aproxima.

    Encontramos a mesma São Roque de Minas, agora com pouca gente. Claro que todas as outra vezes lá estive durante o final de semana ou em feriado prolongado. Agora cheguei no domingo, quando a maioria dos turistas já haviam saído. No domingo o Restaurante Zagaia, nosso velho point, estava fechado para descanso semanal e elegemos o restaurante Velho Chico. Excelente opção, ainda que bem mais longe do hotel (morro acima). A caminhada se justifica.

    Ao final, ainda uma passagem pelo centrinho e depois fomos rever malas e descansar para tocada do dia seguinte.

    O dia de ontem foi somente de estrada. Foram cerca de 970 km e já saímos, para um trajeto dessa envergadura, um pouco tarde do hotel, porque resolvemos esperar o café da manhã que só começou a ser oferecido após as 7,00 horas. O resultado foi pilotar os últimos 70 km à note e por uma estrada muito mal sinalizada. O trajeto poderia ser mais curto, mas não foi recomendado porque teríamos que ir por uma estrada de terra e que não estava em boas condições, o que demandaria ainda mais tempo. 

    Sobre a peculiaridade de informações sobre a estrada vale contar que em todas as vezes (pelo menos cinco) que tentávamos definir o trajeto e perguntávamos para alguém sobre as condições que encontraríamos, a resposta era sempre a mesma: "tem partes que ela está boa".

    O itinerário de ontem foi um misto das sugestões do google map e do gps. Voltamos de São Roque de Minas para Puimhi, retomando a MG 050 por (ainda bem, porque o trânsito...) pequeno trecho e seguindo por estrada secundária para Pains (capital mundial do calcário, seja lá o que isso quer dizer), depois Argos, onde encontramos a MG 354 até encontrar a BR 262, nas proximidades de Campos Altos. Deixamos está última estrada na Ibiá, depois Patrocínio, até atingir a metade do percurso em Catalão. De Catalão seguimos pela MG 330 até Anápolis. 

    A sorte é que o hotel tem um restaurante muito bom e foi possível tomar um banho e descer para jantar sem muito movimento. Mas ainda assim foi um jantar excepcional. O único tom destoante foi o blood mary que pedi, porque estava com muita vontade, e veio o pior que já experimentei até hoje. Tanto que uso a expressão experimentei, porque foi mesmo literal. Não bebi. Mas o meu prato e a seleção de queijos (a título de sobremesa e para concluir o vinho), compensaram a frustração inicial.

    Hoje, vamos para Pirenópolis. Não sei se terei assunto, mas prometo que volto para tentar publicar algumas fotos minhas e muitas do Davi.

    Abraços e obrigado pela companhia.

sábado, 28 de agosto de 2021

SEGUNDO DIA

    Preciso fazer um alerta, como já fiz em outras viagens: este é um blog que tem a finalidade de comunicar de forma rápida vários amigos e familiares onde me encontro e como está correndo a viagem. Por isso, ele nunca sobre uma revisão. Escrevo e pronto, publico! Muitas vezes, o que não é o caso de hoje, redijo depois de algum chopp ou vinho. Relendo me espanto, porque não me imagino (me subestimo) com capacidade para tantos erros. Depois que passou, aí é que não vou corrigir mesmo.

   Dito isso, no horário marcado nos encontramos para o café, já com todo o equipamento nas motos, devidamente abastecidas para o primeiro período do trajeto. Saímos pontualmente 8,00 horas.

    Mas o dia de hoje me reservou grandes alegrias, me trouxe várias lembranças e fez com que a viagem fosse marcada por um sentimento de felicidade. Carregada de saudade, é verdade, mas muito vívida. Conto:

    Já estava na moto e a ponto de arrancar, quando recebi uma mensagem muito especial da minha amiga Vanda que, desde Portugal, registrou o início da viagem e desejou que corresse tudo bem. Era portadora, também, de um abraço do Marco, que enviava lá de Angola. Dois amigos pelos quais tenho tanto apreço que as manifestações foram um verdadeiro regalo. Viajei pensando neles e imaginando como seria bom poder dividir a estradinha de muitas curvas e não poucos buracos, na qual somos envolvido pela mata verde e por um clima de verdadeira paz. Uma via para a gente deslizar e querer que demore muito para chegar ao destino. 

    Quando saímos da Rodovia Regis Bittencourt, passamos Juquiá, e efetivamente apanhamos a SP 139, me antecipei em fazer mentalmente esse caminho que sempre me apraz. Voei um pouco adiante com certa euforia porque passaria em um pequeno trecho da Serra da Macaca, no município de Tapiraí. O mesmo movimento que me levou adiante, repentinamente me fez retroceder para lembrar que conheci essa estrada quando fui a Itu fazer um curso de pilotagem offroad em big-trail. Havia comprado, fazia pouco, a Super Tènèrè 1200 e ainda estava assustado com o tamanho. Por puro acaso tomei conhecimento que o Ricardo Atacama e o Eduardo Wermelinger (escudados em suas empresas) estavam trazendo dois pilotos portugueses para ministrar esse curso: Carlos Azevedo e Carlos Martins. Ter conhecido esses dois pilotos, hoje amigos especiais, me levou a fazer a primeira viagem com a Motosplorers (Islândia), seguida de tantas outras. Foi, então, por toda essa coincidência que terminei encontrando Vanda e Marcos no tour do Sul da África. Está bem, vocês podem estar pensando que forcei a barra para contar sobre a mensagem. Ocorre que chegando ao hotel fui conferir a data em que ocorreu o curso e me surpreendi ao constatar que foi no final de agosto de 2011. Portanto, exatamente quando completa dez anos do início dessa trama, tudo acontece. Não, eu não acredito em acaso, destino e quejandos, mas que essa situação toda me conferiu enorme prazer. 

    Registrei também outras mensagens que considero importante e pela quais agradeço com muito carinho.

    Querem mais? Logo que saímos de Juquiá, eu estava na frente, verifiquei que logo atrás da moto do Davi vinha uma moto pequena. Como no trajeto inicial havia um certo movimento de veículos e ninguém tinha condições de ultrapassar, seguimos os três "em formação". No entanto, quando aumentamos a velocidade depois passar por quem estava mais devagar, percebi que a moto mantinha a mesma tocada e a mesma distância, o que permaneceu inalterado quando passamos a trafegar por uma via bem mais complicada, com muitos buracos e curvas mais acentuadas. Tive a sensação que aquele motociclista poderia nos ultrapassar quando quisesse, mas estava resolvido a nos fazer companhia. Gostei da atitude e fiquei pensando como são interessantes essas comunhões precárias e circunstancias. Elas não estão fundadas em nenhum interesse, senão em uma sintonia ocasional de desfrutar veladamente uma companhia de viagem que se dissolverá em pouco tempo, mas que revela um determinado grau de companheirismo. Nunca saberei sobre quem foi nosso companheiro, ele nunca saberá de nós. No entanto, lembraremos para sempre que um dia viajamos quase 70 quilômetros em harmonica cumplicidade. Pensei que esse era um sentimento muito particular meu. No entanto, quando a estrada ficou melhor e já estávamos praticamente chegando em Piedade, o parceiro momentâneo acelerou a sua Tornado, emparelhou e fez um amistoso e respeitoso gesto de agradecimento a que correspondi com a mesma intensidade, depois passou pelo Davi, que neste momento já estava na frente, cumprimentou e fez-se perder de vista. 

    Guardo hoje como um muito especial da viagem que recém inicia. 

    Desde a garagem do hotel partimos vestindo capa de chuva e só foi possível tirar na garagem do hotel em Indaiatuba. Ainda quando tivemos algumas tréguas, o piso esteve sempre molhado. Para quem viu aquelas motos coxinhas, limpinhas e enceradas de ontem e as roupas como as da foto que publicarei abaixo, informo que hoje já estamos timbrados pela normal "sujidade" das estradas. Aos poucos vamos mostrando também isso.

   Aproveitei para definir, entre tantos, qual o guia via satélite ou  sinal telefônico me guiará nas demais jornadas. Liguei ao mesmo tempo o navegador da BMW e o velho bom Garmin, com mapa  do TRS. O Davi segue usando o Google Maps, tendo abandonado definitivamente o GPS. Defini que minha melhor companhia continua sendo o Zumo. A partir daqui volto ao sistema com o qual já estou mais do que acostumado. Não teremos problemas de conflito porque combinamos que quem está na frente guia-se e conduz o "comboio" pelo aplicativo que adotou. Podemos demorar pouco mais, mas certamente em algum momento chegaremos.

   Já vai longa a história. Quando possível retorno. Amanhã provavelmente estaremos na Serra da Canastra e, por isso, não tenho muita fé no sinal. Em outras vezes em que lá estive não foi muito legal.  Veremos!

Foto de ontem, enviada pelo Davi, que mandou outras mas ainda não consegui capturar.