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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Guarapuava - Guaíra

Hoje foi um dia de tocada em um trecho muito "travado". Apesar de ser o dia com o menor trecho, o trânsito entre Guarapuava é muito intenso e com ultrapassagens apertadas, o que exige um nível de atenção e termina sendo de um grau alto de tensão.
Saímos de Guarapuava próximo de 9,00 horas, uma vez que antes foi impossível diante do forte nevoeiro. Chegamos por volta de meia hora em Casacavel, onde almoçamos. Na sequência o trânsito foi tranquilo até pouco depois de Toledo uma vez que a pista é duplicada. Mas depois tudo veio um trecho  de asfalto muito ruim.
Chegamos em Guaíra 15,40 h. Um rápido banho e fomos até o Paraguai, Salto del Gayra. Demos uma volta pelo Shopping China. Quase nada vale a pena comprar em razão da alta do dólar. Eu comprei somente charutos para curtir em Bonito.
Guaíra é uma cidade pequena, com cerca de 34.000 habitantes. Logo, nada de muito especial para fazer. Mas o que valeu foi comer no jantar um filé à parmegiana de boteco com um chopp muito mal tirado. Me senti verdadeiramente fazendo uma viagem de moto...
A região oeste do Paraná é muito bonita. Pena que não mais exista as famosas Sete Quedas, que sumiram em razão do lago da Itaipú Binacional. Mesmo assim o Rio Paraná é ainda muito é fantástico.
O fiasco do dia fica por conta do fato de que parei a moto e acionei o pé de apoio lateral e, pensando que ele estava na posição quando a mola o recolheu novamente (já que eu o havia deixado no meio do curso), soltei a moto. Nem preciso dizer que ela caiu "livre e solta". Primeiro vem aquela sensação de que você é o último piloto de moto da terra, mas depois não há como não rir da falta de atenção. Nenhum arranhão na moto, só no orgulho de piloto...
Vou tentar colocar algumas fotos da moto na estrada e das cidades de Guaíra e Salto del Guayra.
Um abraço a todos.



Salto del Guayra

Salto del Guayra

Guaíra

Guaíra

Todas as cabinas telefônicas de Guaíra são em formas de animais

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Florianópolis a Guarapuava

Hoje saímos de casa exatamente 7,00 horas e encontramos Carlos Eduardo e Milene no viaduto de Navegantes. Partimos do local de encontro 8,30 h, tomando a direção de Curitiba. Fizemos o contorno da BR-116. Almoçamos em Irati e seguimos até Guarapuava, onde chegamos exatamente 15,00 horas no hotel Küster.
Aproveitamos a tarde para passear a pé pelo centro da cidade. Revi e apresentei para Heloisa e Carlos a Lagoa, a Casa da Cultura, o Museu Visconde de Guarapuava, a matriz antiga e o Lago. Tomamos um sorvete e retornamos ao hotel para descansar um pouco antes do jantar.
Hoje fizemos um trajeto muito conhecido e, por isso, praticamente não tiramos fotos. O relato, portanto, tem somente a finalidade de informarmos onde estamos. Espero que amanhã tenhamos fotos e relato mais interessante.
Abraço a todos.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Serra do Rio do Rastro e Bom Jardim da Serra

Antes de iniciar o relato da viagem a Bonito, faço aqui o registro do passeio a Bom Jardim da Serra, via Serra do Rio do Rastro.
No sábado, acompanhando Wilson e Lilian, ambos já bem conhecidos dos acompanhantes deste Blog. Wilson companheiro de viagens na Islândia e Marrocos e Lilian na viagem do Marrocos. Também estavam na viagem novos e também excelentes amigos e companheiro de viagem Isa e Marcos, irmã e cunhado de Wilson.
Saimos de Florianópolis por volta de 10,30 h e fomos espera-los no posto que fica nas proximidades do pedágio de Tijucas. De lá seguimos para Tubarão, Gravatal, Orleãs... e subimos a Serra do Rio do Rastro no final da tarde. O dia estava excepcional e com uma luminosidade ainda estranha para mim e para a Heloisa. Sempre passamos por ali pela manhã ou, no máximo, início da tarde. Uma das passagens mais bonitas foi essa última, porque a subida foi com um ar azulado do sol não mais visível pelo efeito da montanha e, ao chegar no planalto, o amarelo-laranja do sol ainda se pondo. Tudo isso compondo na paisagem maravilhosa da serra.
Ficamos hospedados na Pousada Rota dos Cânions, nas proximidades do portal de Bom Jardim da Serra. Pousada excelente, com um visual privilegiado. A comida típica da região muito bem feita.
Um jantar memorável, com uma conversa agradável com nossos amigos regada ainda por dois bons vinhos da Africa do Sul (para aclimatar para a próxima viagem que Wilson e eu faremos em Novembro).
Heloisa e eu voltamos na manhã do domingo para almoçar com Eva, Paulo de Tarso e Ricardo e os quatro amigos ficaram conhecendo melhor a serra catarinense.
Seguem algumas fotos. A maioria tirada pela Heloisa com a moto em movimento.











sexta-feira, 5 de julho de 2013

Viagens a Bom Jardim da Serra e Bonito

Caros amigos,
Atendendo alguns pedidos e considerando o que disse Narcísio, que as pequenas escapadas também são viagens, resolvi registar aqui duas viagens que farei nos próximos dias. A primeira a Bom Jardim da Serra, para estar com amigos Paulistas que visitam Santa Catarina e a segunda com Carlos Eduardo Sá Fortes, Milene e Heloisa para Bonito-MS. Assim, se eventualmente alguma foto ficar razoavelmente adequada eu publicarei aqui. Alguns comentários também, se houver assunto...
Esta primeira publicação é para informar a decisão, mas especialmente para registrar aqui o endereço do spot que, espero, estará funcionando a partir de amanhã a título de teste.
Eis o endereço: http://share.findmespot.com/shared/faces/viewspots.jsp?glId=0cYTKVT3MjVsmuZgTEHqyHzRxmlvSjqfG
Um abraço a todos.

terça-feira, 23 de abril de 2013

AGRADECIMENTOS E POLÊMICA FINAL (e algumas fotos...).

Terminada a viagem - e desta vez confesso que fiquei querendo mais - resta agradecer a todos aqueles que nos acompanharam. Claro que sei que muito mais do que se identificaram estiveram presentes. Por isso, vou nominar Narcísio e Dirlei, Solange, Rosiane, Paulo Cezar e utilizar um artifício usual no mundo jurídico para dizer que em nome deles agradeço a todos os acompanhantes...
A polêmica que quero fazer aqui, só para não perder a oportunidade e o treino, é sobre o trânsito do Marrocos. Acho que isso se aplica a muitos outros aspectos, mas vou tratar emblematicamente do trânsito.
Em razão da nossa forma de ver o mundo - para alguns americanizada e para outros europeizada - parece que a única lógica que serve é a destas culturas. O que foge a essa lógica é atrasado, incivilizado, arcaico... Se os carros forem velhos, então, estão potencializados os pontos negativos.
O Marrocos possui algumas estradas muito ruins e estreitas, especialmente na região do deserto. Em alguns momentos os buracos que se formam nas proximidades do acostamento, fazer com que exista uma só pista de asfalto para o trânsito em duas mãos. Some-se a isso o fato de transitarem por essa via os carros, motos, motonetas, biclicletas, carroças, pedestres, burros, cabras, ovelhas, vacas... Outra característica importante é que a ultrapassagem se dá em espaço mais reduzido do que aquele que observamos normalmente em outros lugares. O carro que vem em sentido contrário, em sua pista de direção, simplesmente reduz  a velocidade ou sai para quase fora da pista e raramente há reclamação. por fim, é interessante ver a quantidade de motonetas dividindo o espaço com os pedestres nas medinas, salvo na de Fès onde são proíbidas, sem que ocorra qualquer estranhamento de parte a parte.
Ouvi dizer muitas vezes, e até pensei no primeiro momento, que estava no caos. Depois, mais acostumado com a lógica e refletindo melhor, penso que se trata de um trânsito muito democrático e altamente civilizado. Democrático porque a convivência é relativamente tranquila (embora eles possam em algum momento bater boca ou xingar, como em qualquer lugar do mundo, não há qualquer gesto de agressividade física). Diferentemente do nosso caso em que é preciso haver faixas para pedestre e para ciclistas e que não trazem garantia para os confinados, lá todos transitam por qualquer lugar e são respeitados. Durante todo o trajeto, que não considero curto para efeito da dimensão do país, nem em dias e nem em quilometragem, vi três acidentes. Mas todos os acidentes que vi foram decorrentes de alguma "cochilada" do motorista do que de atropelamento ou abalroamento decorrente de disputa pelo espaço. Basta uma ida a Porto Alegre ou Curitiba, quando não por vezes a Itajaí, para ver mais do que vi durante todos os dias de Marrocos.















domingo, 21 de abril de 2013

MARRAKECH E SEGUINTE.

Havia ficado de relatar Marrakech, que admite uma multiplicidade de forma de grafar seu nome e guarda com o nome a similaridade de ser múltipla e até contraditória, ou seja, complexa. Nela efetivamente a marca é a variedade de sons, cores e sabores. São os sons de músicas árabe, rock, rap e música brasileira nas ruas confundindo-se com buzinas, chamadas para a oração vinda da mesquita e as flautas e 'pandeirões' dos encantadores de serpente. As cores das roupas típicas do muçulmanos e as roupas da moda européia. Os sabores dos jantares na praça e de restaurantes de luxo refinado. Sair das ruas de Marrakech e entrar no parque Majorelle é viver um outro mundo. 
No dia seguinte a viagem foi em direção a Tanger, passando por Casablanca e Rabat (onde almoçamos). A costa norte do Marrocos é totalmente diferente de tudo o que foi visto até então. Uma área totalmente agricultável e, nesta época, coberta de trigo.
Nos dias anteriores a chegada a Marrakech ficamos quase sem máquina fotográfica. A que a Heloisa levava não resistiu ao deserto e simplesmente trancou definitivamente. A GoPro, que estava instalada na moto, em razão da trepidação teve partido o suporte e caiu no meio do deserto. Quebrou, com isso, também a caixa de proteção. A partir daí ficamos com a GoPro sem qualquer proteção e, por isso, muito limitada. Depois de Marrakech foram poucas as fotos. Foi uma pena, especialmente porque neste momento a Andaluzia e Alentejo, por onde passamos na volta para Lisboa, estão completamente coloridos. 
Vou publicar fotos da garganta do Dades e tomadas das estradas por onde passamos. 
Fico devendo um balanço da viagem que farei mais tarde e (talvez) mais longo.